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O novo Museu da National Geographic em Washington

O novo Museu da National Geographic em Washington

Em 26 de junho de 2026, Washington, D.C., ganha um novo destino para curiosos e exploradores de todas as idades: o National Geographic Museum of Exploration. Localizado na sede histórica da National Geographic Society, o museu surge como uma extensão vibrante do legado da instituição, convidando visitantes a mergulhar em uma experiência de descobertas que combina história, ciência, tecnologia e arte.

O projeto faz parte de uma grande revitalização do campus da Sociedade, que celebra quase 130 anos de existência, incluindo mais de 100 mil pés quadrados de novos espaços públicos dedicados à educação e à exploração. Com um orçamento superior a US$ 300 milhões, fruto de doações e captação de recursos, o museu utiliza tecnologia imersiva de ponta para criar um centro global de experiências, pensado para famílias, viajantes e todos que desejam conhecer o mundo de forma interativa.

Segundo Jill Tiefenthaler, CEO da National Geographic Society, “o Museum of Exploration é o lugar onde nosso legado de storytelling encontra as tecnologias experienciais de hoje, convidando todos a entrar nos mundos dos Explorers da National Geographic.

Entre os destaques do museu estão a imponente entrada Pavilion, localizada na 1600 M St. NW, e a exposição The Archives, que celebra a arte de contar histórias da National Geographic. O Explorers Eatery, food hall internacional, oferece pratos autênticos inspirados em diferentes culturas, completando a experiência sensorial do visitante.

Imagem: Steve Winter – O fotógrafo passou 24 dias tentando capturar uma foto desta tigresa-de-bengala. A paciência valeu a pena. Aqui ela está com seu filhote de 2 meses no Parque Nacional de Bandhavgarh.

Para quem ama a vida selvagem, a exposição temporária Photo Ark: Animals of Earth, com fotografias impressionantes de Joel Sartore, proporciona uma imersão em 360° no mundo animal, incentivando a conservação. Na galeria In Focus: Photographs of National Geographic, é possível admirar imagens icônicas, como a primeira fotografia de vida noturna de George Shiras, o registro do último rinoceronte branco do norte macho feito por Ami Vitale e a emocionante foto de uma tigresa de bengala com seu filhote captada por Steve Winter após 24 dias de busca na Índia.

Imagem: Ami Vitale – O último macho de rinoceronte branco do norte, Sudan, morreu em 2018. Aqui, Joseph Wachira, cuidador da reserva Ol Pejeta Conservancy, se despede.

 

Imagem: GEORGE SHIRAS III ‌‍- Nas florestas de Michigan, armadilhas fotográficas capturaram as primeiras imagens de vida selvagem à noite. Os primeiros equipamentos utilizavam chapas fotográficas de vidro e pó de magnésio para o flash.

O museu também se destaca pelo compromisso com acessibilidade e sustentabilidade. Todas as exposições contam com sinalização em inglês e espanhol, informações em braile, legendas, descrições visuais, Língua Americana de Sinais (ASL) e fotografias táteis em pontos estratégicos. A construção busca a certificação LEED Platinum, com práticas de desvio de resíduos e sustentabilidade aplicadas em todos os níveis.

Os ingressos para adultos começam em US$ 29,99, com previsão de preços dinâmicos antes da inauguração. A National Geographic Society também firmou parceria com o programa Museums for All, garantindo que a curiosidade seja acessível a todos.

National Geographic Museum of Exploration
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