Quem passeia por Belo Horizonte sabe: nenhum roteiro está completo sem uma parada no Mercado Central. Corredores cheios de aroma de queijo, cachaça, temperos e artesanato mineiro recebem todos os anos mais de 15 milhões de visitantes, um fluxo que coloca o local entre os destinos culturais mais procurados do estado. Agora, esse patrimônio genuinamente mineiro ganha um novo capítulo, sem perder sua alma.
A Vale adquiriu os chamados “naming rights” do Mercado Central, o direito comercial de batizar o espaço com sua própria marca, prática comum em estádios e arenas ao redor do mundo. A diferença é que, neste caso, a mineradora optou por não usar esse direito. O nome que atravessa quase um século de história continua o mesmo: Mercado Central de Belo Horizonte.
Turismo e memória afetiva andando juntos
Para quem viaja em busca de experiências autênticas, o Mercado Central é parada obrigatória no roteiro de Minas Gerais. Inaugurado em 1929, e prestes a completar 100 anos em 2029, o espaço é hoje um dos maiores símbolos culturais e turísticos do estado, reunindo tradição gastronômica, comércio local e identidade mineira sob um só teto.
O anúncio da parceria aconteceu em uma data simbólica: durante a tradicional Corrida e Caminhada do Mercado Central, em 5 de julho, evento que já faz parte do calendário esportivo e cultural da cidade.
Com o aporte da Vale, a expectativa é de melhorias diretas na experiência de quem visita o mercado: infraestrutura renovada para lojistas e funcionários, projetos de sustentabilidade e ações de impacto social, tudo isso de olho na grande celebração do centenário, em 2029, que promete atrair ainda mais visitantes nacionais e internacionais.
Uma estratégia de preservação, não de substituição
A iniciativa segue um conceito batizado de “right naming”, criado pela agência mineira 18 Comunicação: em certos casos, preservar uma identidade gera mais valor, inclusive para o turismo local, do que apagá-la em nome de uma nova marca.
Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale, resume o espírito da parceria: “O Mercado Central permanece com o nome que o tornou referência para gerações de belo-horizontinos e visitantes, enquanto ganha um parceiro comprometido com sua continuidade e valorização”.

Vale, a maior apoiadora privada da cultura no Brasil
Pelo quinto ano consecutivo, a Vale é a maior apoiadora privada da cultura no país, com mais de R$ 1 bilhão já destinados a projetos culturais, entre eles o Instituto Inhotim, outro ícone turístico mineiro, que completa 20 anos em 2026 e receberá até R$ 400 milhões em investimentos na próxima década.

Divulgação/Qu4rto Studio/Acervo Belotur
O que não pode faltar na visita
- Queijo minas e queijo canastra direto do produtor, em bancas especializadas em queijos e cachaças de diferentes regiões do estado
- Cachaças artesanais e licores mineiros, ótimos para levar de lembrança
- Pão de queijo recheado, um dos itens mais pedidos nos lanches do mercado, com recheios que vão do queijo com goiabada ao doce de leite
- Café coado na hora, servido nos boxes tradicionais para acompanhar o lanche
- Artesanato mineiro, com peças que vão de cerâmica a produtos em couro e madeira
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Divulgação: Qu4rto Studio – Acervo Belotur
Informações práticas:
Endereço: Av. Augusto de Lima, 744, Centro, Belo Horizonte – MG
Horário: segunda a sábado, das 8h às 18h; domingos e feriados, das 8h às 13h
Entrada: gratuita
Dica de horário: quem quer fugir do maior movimento deve evitar sábados — é o dia preferido de quem visita a cidade pela primeira vez





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