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Malta: nado no Mediterrâneo e frutos do mar à mesa...

Malta: nado no Mediterrâneo e frutos do mar à mesa

Só faltou a música. Não fossem as algumas limitações, certamente, com a canção apropriada ao fundo, esta cena que você vê na foto ao lado, definitivamente ganharia contornos idílicos. O cenário ao lado pertence a Gozo, a segunda maior ilha do arquipélago de Malta, onde os turistas se encontram para desfrutarem de história e belezas naturais. Na capital Victoria, é admirável a maneira com que a certa modernidade de restaurantes e das lojas se mistura aos prédios seculares e às ruínas que remontam o passado local. Para aproveitar bem o seu tempo, uma boa dica é passear pela Cittadella, uma antiga cidade fortificada que acumula pequenos tesouros como a catedral barroca da Pjazza Katidral, com construção finalizada em 1716, e uma das mais memoráveis vistas do entorno da ilha. Na face exterior, Gozo ainda reúne a Basílica de St. George, na qual se destaca a imagem do santo esculpida com uma única árvore por Pietro Paolo Azzopardi, e o aqueduto erguido durante o século 19 para suprir os moradores com água a partir da colina Għar Ilma.
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Vila de pescadores em Malta

Numa região com pouco mais de 30 mil habitantes, certas gentilezas se tornam mais comuns e veneráveis, caso dos cantores de rua que seduzem a qualquer momento, e nos roubam vários sorrisos. Contudo, o Mediterrâneo está aqui do lado, e não se render a ele pode ser um pecado, desta forma, no melhor sentido da frase: se jogue! As águas destes arredores são consideradas perfeitas para o mergulho e permitem que você vislumbre as cavernas, os corais ou navios naufragados durante a Segunda Guerra Mundial. Num ranking entre os visitantes, o resultado coloca a Baía de Xlendi como dona das águas paradisíacas de Gozo, lugar para contemplar e também apreciar os famosos pratos à base de frutos do mar que construíram a tradição mediterrânea. E, nesta hora, nem precisa de trilha sonora. Apenas, se lambuze!
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Face interna da Catedral St. John

A Dica
“Sua passagem por Malta não pode ser calculada em horas, de jeito nenhum. Todos que visitam a região por apenas alguns dias se arrependem, pois a ilha oferece diversas opções de lazer. Depois de alguns dias, você percebe que o seu tempo na ilha deveria ser contado em semanas e é aí que reside o problema: depois de um mês, é possível que você não queira mais voltar para casa”
Slim Fsili, Diretor de Malta Tur, www.maltatur.com.br

Para saber mais:
Visit Malta www.visitmalta.com

Fotos: Maria Rosaria Sannino, a’Shioji e Fabio Gismondi


Flávia Lelis, editora de conteúdo online e amante de viagens por natureza

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