Comida de rua

O assunto de hoje eu acho que todo mundo gosta. Se não gosta declaradamente, tem aquele momento de guilty pleasure. Atire a primeira pedra quem, no meio daquela andança na viagem, nunca sucumbiu a uma comida de rua. E se você nunca fez isso, eu digo: não sabe o que está perdendo! Pouca coisa é melhor do que se jogar num chips de banana (salgado) enquanto se perde nas ruas do centro histórico de Bogotá, ou até mesmo num belíssimo hot dog, em Nova York. Independente do destino – Anthony Bourdain tá aí para provar – ele sempre terá o seu lado roots gastronômico: comida do povo, feita para o povo.
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Cachorro quente em NY

E eu nem estou falando dessa nova moda dos foods trucks que chegou ao Brasil, tampouco das feirinhas gastronômicas, onde os chefs renomados revisitam a comida de rua e vendem a preços camaradas. Comida de rua, por princípio, já tem um preço amigo. Já tem o cheirinho convidativo. Já tem um público cativo. E se você não faz parte dele, pense nisso na sua próxima viagem. Ou no próximo passeio ao centro da sua cidade.
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Barraquinha de comida em Bogotá: chips de batata, banana e churros

Para saber por onde eu ando acesse www.raphanomundo.com


Rapha Aretakis é travel writer e criadora do Raphanomundo. Recifense, acredita que o mundo é muito grande para continuar parada no mesmo lugar. Hoje vive em Curitiba após temporadas em Stuttgart, Berlim e São Paulo. www.raphanomundo.com

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